Comédia com direção de Maitê Proença chega a Salvador

quinta-feira, 12 de maio de 2016

“À BEIRA DO ABISMO ME CRESCERAM ASAS”
  
Comédia dramática com texto e direção de Maitê Proença chega a Salvador em curta temporada, com as atrizes
Ana Lúcia Torre e Clarisse Derzié Luz


A CAIXA Cultural Salvador apresenta nos dias 20, 21 e 22 de maio, sexta, sábado (20h)  e domingo (18h), a comédia dramática “À Beira do Abismo me Cresceram Asas”, com dramaturgia de Maitê Proença, direção de Maitê Proença e Clarice Niskier e supervisão de direção de Amir Haddad. Em cena as amigas “Terezinha” e “Valdina” - duas senhoras idosas que falam sobre o tempo,  emoções, solidariedade, mas também de sexo e abandono – interpretadas pelas atrizes Ana Lúcia Torre (Terezinha) e  Clarisse Derzié Luz (Valdina).

O texto poético, repleto de emoção e bom humor, em cartaz desde 2013, leva o público às gargalhadas com o diálogo entre as personagens, que sem as máscaras habituais da juventude, sem qualquer cerimônia, falam do bom e do ruim da vida. O espetáculo ainda se transformou em livro  lançado em 2014. Os ingressos serão vendidos a partir das 9h do primeiro dia de apresentação, exclusivamente para as apresentações da semana, a R$ 8,00 e R$ 4,00, na própria CAIXA Cultural Salvador, que tem estacionamento gratuito ao lado. Telefone para contato 71 3421.4200.

Ana Lúcia Torre é atriz de teatro, cinema e televisão, onde iniciou sua carreia em 1977 com a novela Dona Xepa. Neste momento está no ar com a novela “Êta Mundo Bom!” da Rede Globo, onde interpreta a Dona Camélia, proprietária de uma pensão. Clarisse Derzié Luz foi indicada ao Prêmio Cesgranrio e ganhou o Prémio APTR de Melhor Atriz Coadjuvante pelo espetáculo “À Beira do Abismo me Cresceram Asas”. É também atriz de TV e teatro, onde fez muito sucesso com o espetáculo “Trair e Coçar é Só Começar”, entre outros.

Embora diferentes na personalidade, Terezinha (86) e Valdina (80) têm em comum a praticidade dos que aprenderam a simplificar a vida, já que não há tempo para complicá-la. Valdina leva o dia a dia com otimismo, sem nostalgias, mas não se engane, ela carrega um grande segredo. Já Terezinha é de temperamento carrancudo, ainda que bem resolvido.

Sobre o espetáculo a crítica teatral mais respeitada do Brasil, Bárbara Heliodora, de O Globo, falecida há um ano, disse : “retrato encantador de duas mulheres. Um diálogo tocante. Um espetáculo de imenso encanto que fala sobre todos nós com sabedoria e humor. O texto resulta fluido, ora alegre, ora emotivo e gostosamente teatral”. O espetáculo ainda virou livro e seu lançamento foi na estreia da temporada no Teatro Fashion Mall.

Palavra da crítica : 

“Existe humor, leveza, ironia. O que a peça mostra com os diálogos marcados pela cumplicidade e solidariedade é que viver é gostar, apreciar, compartilhar. Nada do que é o sentido da vida lhes escapa.” Lu Lacerda – IG

“Maitê Proença é dona de uma escrita feminina, delicada, tradutora de uma visão sensível do mundo. Um tom lúdico se irmana com a emoção que brota naturalmente com o desfecho poético. "À beira do abismo me cresceram asas" seduz o espectador pela sensibilidade.” Mauro Ferreira – jurado do prêmio APTR

“Pertinentes reflexões sobre o tempo. O espetáculo transcorre em uma atmosfera que valoriza, com delicadeza e humor, todos os conteúdos em jogo. A peça, portanto, faculta ao espectador - seja qual for a sua idade - a oportunidade de refletir sobre o que está fazendo com sua própria vida”. Lionel Fischer - ator, autor e diretor brasileiro, professor do Tablado e redator da Rede Globo

“Maitê Proença mostrou a sensibilidade ímpar como dramaturga ao explorar questões adultas sob a perspectiva infantil. O espetáculo traz diálogos afiados e uma atuação surpreendente de Maitê”. Dirceu Alves Jr. – Veja São Paulo

“Idades parecidas e personalidades antagônicas. Juntas, Teresinha e Valdina, comovem o público, em um retrato poético e fiel de uma fase da vida que, por vezes, esquecemos ser destino comum para todos nós.” Diego Ponde de Leon – Correio Braziliense
“O vôo de Maitê Proença. Eis uma peça que lembra o homem enquanto homem, a partir de sugestões cheias de beleza, investigação e poesia advindas do palco. Quem está acostumado a vê-la apenas bela nas grandes e nas pequenas telas, e nessas em pequenas e em médios planos, se surpreende positivamente com o seu trabalho exposto por inteiro”. Rodrigo Monteiro - Blog Teatro RJ

 “A Beira do Abismo me Cresceram Asas é um espetáculo comovente e sincero. Entramos em contato com um texto bem urdido, feito mesmo para expressar as emoções que carregamos por uma vida toda”. Leonardo Davino – site “Mirar e viver”

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